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GASTO EXCESSIVO COM CAMINHÃO HIDROVÁCUO NA OPERAÇÃO DE SUA ETE COMPACTA? CONHEÇA UMA ALTERNATIVA PARA A REDUÇÃO DESTA DESPESA!

Atualmente, as Estações de Tratamento de Efluentes Compactas (ETEC) são a melhor alternativa para o tratamento descentralizado de efluentes domésticos/sanitários e/ou industriais. Com as ETEC’s é possível atingir níveis de eficiência iguais ou até melhores em comparação a uma ETE de grande porte.


A eficiência alta na remoção de matéria orgânica, bem como a redução significativa das dimensões dos equipamentos de uma ETEC, é consequência da tecnologia adotada no processo, quase sempre, o tratamento contínuo por Lodos Ativados. Tal tecnologia, de digestão biológica 100% aeróbia possui vantagens e desvantagens, conforme citado abaixo:


Vantagens:


  • Elevada eficiência na remoção de matéria orgânica;

  • Nitrificação usualmente obtida;

  • Baixos requisitos de área;

  • Processo confiável, desde que devidamente acompanhado e operado;

  • Reduzidas possibilidades de maus odores;

  • Flexibilidade operacional.


Desvantagens:


  • Elevado consumo energético;

  • Recorrente manutenção dos eletromecânicos;

  • Altíssima produção de lodo em comparação a um sistema anaeróbio.


Analisando o último tópico das “Desvantagens” ("Altíssima produção de lodo”), podemos discorrer mais afundo sobre o tema.


Uma ETEC de Lodos Ativados produz por volta de 6 a 7 vezes mais lodo que uma ETE anaeróbia. Essa alta produção traz consigo uma exigência operacional indesejada e de custo elevado: a remoção constante de lodo do sistema através de caminhão hidrovácuo (vacall ou “limpa-fossa”).


Uma alternativa para aumentar o espaçamento entre as visitas do caminhão hidrovácuo a uma ETEC de Lodos Ativados, ou seja, reduzir o volume de lodo produzido na ETEC, é a inserção de um Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo.


Todo o lodo aeróbio acumulado em excesso no(s) Decantador(es) da ETEC ao invés de ser succionado diretamente no compartimento de sedimentação, é enviado através de bombeamento a um Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo. Neste tanque, o lodo aeróbio e convertido em anaeróbio, reduzindo assim consideravelmente seu volume. Se a frequência de remoção de lodo é semanal, após o incremento com o Tanque de Lodo esta remoção passa-se a ser bimestral ou trimestral.


Quando se acumula lodo aeróbio em um tanque sem oxigênio por certo período de tempo, este lodo é digerido e adensado de forma anaeróbia. A digestão anaeróbia, diferentemente da aeróbia, possui a característica de converter grande parte do substrato (neste caso o lodo) em gases (CO2 e CH4), reduzindo assim em muito o volume de sólidos acumulados.

 



Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo
Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo



Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo
Tanque Anaeróbio de Acúmulo, Adensamento e Digestão de Lodo

 




 

A REVIVA conta com uma equipe de Engenheiro altamente capacitados para avaliar a sua demanda, garantindo, assim, redução nos custos operacionais da sua ETEC. Entre em contato conosco para fazermos uma avaliação do seu projeto existente ou o dimensionamento de sua nova ETEC.

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