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Estação Compacta de Tratamento, muito mais que apenas um Tanque de Fibra de Vidro

É cada vez mais comum a busca por Estação Compacta de Tratamento de Efluentes, porém, a grande dúvida gerada na cabeça daqueles que estão buscando esta solução é: “Estação de Tratamento Compacta, não refere-se apenas a um (ou alguns) Tanque(s) de Fibra de Vidro? ”. E a resposta é muito simples e objetiva: “- Não!


As chamadas ETEs (Estações de Tratamentos de Efluentes) em sua versão Compacta, apesar de apresentarem um visual externo muito similar à de um Tanque de Fibra, contemplam uma série de Equipamentos e muita Tecnologia Interna embutida, que juntos (e mediante a uma execução de estudo e análise prévia de engenharia), irão resultar nas devidas eficiências e cumprir com as exigências das normas legais e de fiscalização.


Para melhor entendimento dos tipos de equipamentos que executam funções internas e que são fundamentais para obtenção da melhor eficiência no Tratamento de Efluentes Industriais e/ou Domésticos, abaixo segue um exemplo de concepção no Sistema Modular - Processo Modificado Ludzack Ettinger (MLE), destacando-se alguns dos possíveis equipamentos a serem aplicados, na obtenção de possível eficiência no Tratamento de Efluentes, que deve estar entre 90-98% de Remoção de DBO (matéria orgânica), assim como, Remoção do Nitrogênio Total e Desinfecção do Efluente:


Vista externa de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes, produzida através de Projeto em Fibra de Vidro
Estação de Tratamento Compacta em Fibra de Vidro
Vista interna de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes, com a demonstração dos Equipamentos Internos aplicados neste tipo de tecnologia
Estação Compacta de Tratamento de Efluentes em Fibra de Vidro

- Componentes aplicados na imagem demonstrada acima:

1. Tubulação de entrada 2. Tubulação de saída 3. Tampa de vistoria e acesso 4. Respiro dos reatores 5. Pés de apoio 6. Tubulação de passagem 7. Calha vertedoura 8. Tubulação retorno de lodo para reator aerado 9. Tubulação retorno de lodo para o reator anóxico 10. Cesto gradeado para remoção de sólidos grosseiros 11. Suporte para cesto gradeado 12. Agitador elétrico submerso 13. Aerador submerso

14. Bomba submersa retorno de lodo 15. Parede inclinada para acúmulo de lodo 16. Suporte para pastilhas de cloro A. Reator anóxico B. Reator aerado (tipo Lodos Ativados) C. Decantador D. Câmara de desinfecção.

Vista lateral da parte interna de uma Estação Compacta de Tratamento de Efluentes, produzida em Fibra de Vidro
Estação de Tratamento Compacta em Fibra de Vidro

Vale ressaltar, que uma Estação de Tratamento também possui uma série de componentes elétricos usualmente instalados próximo a ETE (considerando-se um painel elétrico) e que também executam uma papel fundamental na operação dos trabalhos frente ao tratamento dos efluentes, através da programação e ajustes prévios dos tempos necessários.

Também, é importante avaliar quando se está pensando em investimentos relacionados ao Tratamento de Efluentes, que as Estações de Tratamento Compactas possuem dentre as características de vantagem em comparação aos demais modelos existentes, os fatores abaixo:

  • Instalação rápida e simples, com facilidade de transporte;

  • Alta resistência mecânica, maior robustez e durabilidade;

  • Totalmente inerte a qualquer tipo de corrosão;

  • Superfície interna lisa e sem reentrâncias (permitindo facilidade de fluxo e limpeza);

  • Vida útil de até 80 anos;

  • Resistência aos raios UV, não permite a degradação do material e da cor;

  • Automatização e facilidade operacional.

Por fim, conheça e busque por empresas profissionais e fabricantes renomados no mercado, pois o cenário atual, da chamada “corrida por oportunidades de demanda”, está fazendo com que apareçam no mercado ofertas que não condiz com as exigências e características técnicas necessárias, gerando grandes frustrações posteriores para aquele que fez o investimento. Fique atento a formatos “standard” (padrão) de sistemas de tratamento comercializados na internet, como sendo uma solução de prateleira, pois, apesar da falsa impressão quanto a facilidade de aquisição e possível solução da sua necessidade, usualmente este equipamentos não possuem um fator comercial tão competitivo que os projetados e formulados em acordo com a sua real necessidade, havendo o risco de se investir muito mais do que se faz necessário, assim como, por não ter ocorrido uma prévia assistência e análise personalizada de Engenharia, corre-se o risco de não conseguir obter a eficiência necessária para sua aplicação.

A REVIVA possui uma Equipe de Engenheiros qualificada e experiente, assim como parceiros que podemos garantir o atendimento técnico necessário dos equipamentos projetados e posteriormente instalados.


Entre em contato e informe a sua necessidade, desenvolveremos um Projeto especifico mediante a sua necessidade. E, caso já tenha um equipamento (ETE, ETA, EPAR, entre outros) em operação e não está conseguindo atingir a eficiência necessária para cumprir com as exigências quanto aos resíduos industriais e/ou domésticos, podemos lhe oferecer total assistência e assessoria técnica na identificação das possíveis irregularidades e resolução no sistema de tratamento.

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